Escrevo este texto hoje dia 8 de
março, Dia internacional das mulheres.
E “se for para falar de uma
mulher forte, falarei primeiro da minha mãe”: forte, doce, compreensiva,
trabalhadora, cuidadosa, amável, educada, resiliente e tantos outros adjetivos.
Pensando em como escrever lembrei
de um texto escrito pela minha filha Raphaela em homenagem a sua avó, elaborado
há mais de um ano atrás.
E hoje, aqui, vou usar alguns trechos
. Ela escreve assim: ...“Por trás
de uma grande mulher há sempre GRANDES MULHERES”.
...
“Quando olho para trás vejo minha mãe, um MULHERÃO... E é claro que por trás
dela quem sempre esteve presente foi o ESTEIO chamado Nair- uma FORTALEZA , que
cuidou dos filhos, netos, marido,
vizinhos, amigos, amigos dos amigos, animais, plantas e de tudo ao seu redor.”
...
“Cuidou de mim desde meu nascimento, me criou, fazia penteados para eu ir à
escola arrumadinha, cozinhava delícias para a família como asinha de frango com
arroz e feijão, que amo, e hoje não tem a mesma graça de comer sem serem feitas
por ela.”
...
“Prefiro olhar para trás e ver a grande NAIR que gerou minha mãe, que me gerou
e confirmar: “Por trás de uma grande mulher há sempre GRANDES MULHERES”.
Ah, como fico feliz em ver que a
Raphaela se tornou também um MULHERÃO seguindo os princípios herdados por minha
mãe, numa corrente que desejo que se perpetue sempre e sempre.
Certamente ela, minha mãe, torce
e aplaude todas as nossas conquistas.

